Quer estudar fora? Então fique ligado nas dicas da EP!

Estudar no exterior é uma experiência com inúmeros benefícios, como ampliar o seu conhecimento sobre um país e uma língua e conhecer novas pessoas. É importante, porém, perceber que você está sujeito às leis e costumes de outro país. Para você que deseja fazer um intercâmbio e aprimorar seu inglês, é importante levar em consideração alguns pontos, para que seu esforço não seja em vão – afinal, você está investindo em você e precisa ter resultados muito satisfatórios.

Começando com as expectativas orçamentárias: estudar no exterior nos EUA pode ser caro. No entanto, o custo real se resume a vários fatores diferentes: seu destino, seu programa de estudo, várias taxas legais para vistos e passaportes, livros, alimentos e outras despesas pessoais. Como você deve preparar um orçamento para o ano letivo, considere aplicar para bolsas de estudo, subsídios e empréstimos estudantis para ajudar a compensar os custos.

A vida social em sua faculdade americana pode depender inteiramente do tipo de cidade em que sua universidade está inserida. O tipo de escola, o tamanho da cidade e os estudantes de lá mudarão e afetarão sua vida além das paredes de suas salas de aula.

  • As cidades universitárias estão espalhadas por todo os EUA. Elas geralmente são cidades pequenas que foram “conquistadas” por edifícios, eventos e associações da universidade. A maioria dos residentes são estudantes, funcionários e membros do corpo docente da universidade.

  • As cidades-dormitório (em inglês, commuter town) significam exatamente o oposto. Elas são aglomerados urbanos próximos a grandes cidades muito maiores, com uma pequena presença de estudantes universitários. Escolha uma  das duas com base no tipo de aluno que você é e em qual ambiente o ajudaria a se desenvolver.

Mas não se esqueça: estudar nos EUA e em demais países é uma corrida de novas oportunidades, desafios e experiências acumuladas em um curto período de tempo. É por isso que antes de começar seu próximo semestre no exterior, aqui estão algumas dicas práticas que o ajudarão a se preparar para as situações acadêmicas que você pode encontrar durante seu tempo fora. Na hora de escolher um curso, você deve verificar:

  1. As condições da escola e se ela tem ambiente favorável ao aprendizado, 
  2. Se a escola tem professores capacitados e com experiência comprovada; 
  3. Se os recursos para o aprendizado são bons – computadores, salas de aulas, material utilizado, etc. 
  4. A duração do curso – se é semi-intensivo ou intensivo. A escolha é pessoal, e pode depender muito da sua capacidade de absorção do conteúdo. Por exemplo, não adianta escolher um curso intensivo, com 06 ou 08 horas de aula por dia se o seu vocabulário é limitado para gerar grandes diálogos. Você pode ficar cansado , tamanha a quantidade de informação que você irá absorver ao longo dessas aulas. Siga seu ritmo! 
  5. Se possível, tente não falar português por muito tempo; o ideal é escolher uma escola onde o número de brasileiros matriculados seja o menor possível; quanto menos português você usar, mais rápido seu cérebro vai ajudar você a absorver um só idioma – deixa a “tecla Sap” de lado por um tempo; 
  6. Familiarize-se com as leis e costumes locais dos países para os quais você está viajando. Lembre-se, enquanto em um país estrangeiro, você está sujeito às suas leis!
  7. E por fim, procurar saber nas redes sociais todos os comentários a favor ou contra a entidade. 

Outro fator importante é a sua dinâmica de estudo em solo estrangeiro. Ao longo dos seus anos acadêmicos, é possível que você tenha se acostumado a algumas regras rígidas de sala de aula; você aparece na hora certa, nunca perde suas aulas e sempre fica por dentro de suas tarefas. Se isso soa como você, sorria! Você estará bem preparado e à frente de seus companheiros americanos, se você mantiver essa atitude.

Nos EUA, você perceberá, estranhamente, que os alunos parecem comparecer em suas aulas em seus próprios horários, aparecem quando escolhem, conforme desejarem e tendo uma atitude descontraída em relação às responsabilidades e expectativas do curso. Mas isso não deve ser confundido com preguiça e negligência. Professores americanos não se importam com uma atitude causal, contanto que você tenha algo para mostrar. Se, no entanto, você estiver descontraído demais para estudar, eles saberão imediatamente e, em breve, você estará “abanando o rabo” em volta do escritório do professor para uma reavaliação.

Saiba também que nos EUA, suas notas e seu GPA determinam tudo. Sua média de notas (GPA) é uma pontuação média com base nas notas gerais e nos resultados de todas as aulas que você fez durante seus estudos.

E por último, é sempre bom reafirmar que as universidades dos EUA possuem ótimos serviços estudantis. Felizmente, toda a confusão da primeira semana pode ser facilmente resolvida. Os funcionários da universidade entendem como é desafiador ser um novato e estar num solo estrangeiro, pois eles se já ajudaram muitos alunos que tiveram as mesmas dificuldades que você. É por isso que as universidades americanas criaram serviços que estão disponíveis para todos os alunos, que incluem:

  • Registro de curso e assessoria.
  • Ajuda financeira;
  • Conselho de carreira;
  • Psiquiatria e aconselhamento no campus;

Você deve aproveitar ao máximo esses serviços. Ter acesso a um extenso sistema de serviços estudantis em sua universidade pode ajudá-lo a tornar seu curso divertido, bem-sucedido e gerenciável. E lembre-se, está tudo bem em ter um leve episódio de ansiedade quando você estiver lá. O novo, mesmo que seja bom, sempre nos assusta um pouco porque nos tira da nossa zona de conforto.

Assim, na EP podemos te ajudar a escolher o melhor local para seus estudos. Conte com a nossa ajuda desde a escolha do melhor curso, até a sua volta ao Brasil. Estamos juntos nessa empreitada!

By | 2018-10-05T18:15:43+00:00 outubro 5th, 2018|Sem categoria|0 Comments

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